O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2009, divulgado hoje pelo Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), aponta que as mulheres – maioria entre o 1,5 bilhão de pessoas que sobrevivem com US$ 1 ou menos por dia – sofrem as piores consequências das mudanças climáticas.
O representante do Unfpa no Brasil, Harold Robinson, explicou que as mulheres pagam os preços mais altos em termos da perda de colheita, falta de água e destruição de habitações, uma vez que são maioria da força de trabalho na agricultura, têm menor acesso a trabalho e à renda e apresentam menor mobilidade. “Elas estão mais vulneráveis aos desastres ambientais”, disse.
O documento, intitulado Enfrentando um Mundo em Transição: Mulheres, População e Clima, mostra que os investimentos que permitem às mulheres o empoderamento (tradução da palavra inglesa empowerment, que significa dar poderes de decisão, participação e autonomia a uma pessoa), sobretudo nas áreas de educação e saúde, fortalecem o desenvolvimento econômico e reduzem a pobreza, provocando impactos positivos sobre o clima.
A coordenadora do Unfpa no Brasil, Taís Santos, lembrou que as mudanças climáticas têm impacto diferenciado sobre as populações e não afetam de forma linear os ricos e os pobres. Por se tratarem de uma das parcelas mais vulneráveis, as mulheres, segundo ela, têm papel importante no processo de reversão ou contenção das alterações de clima.
“O contingente feminino é bastante expressivo – metade da população mundial e mais da metade da população pobre do mundo. Elas têm todo o direito de opinar e de participar da tomada de decisões. É necessário que haja condições para que as mulheres se apoderem”, cobrou.
Como bom exemplo, o documento da Unfpa destacou o empreendedorismo feminino em Bangladesh. Na cidade indiana – que sofre regularmente com chuvas e enchentes –, um grupo de mulheres sugeriu, como forma de adaptação às mudanças climáticas, a troca da criação de galinhas por patos.
Paula Laboissière
Agência Brasil
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Mulheres sofrem as piores consequências das mudanças climáticas, indica relatório
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Mudanças climáticas podem levar 200 milhões de pessoas a migrar até 2050
O Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa) fez hoje um alerta para o risco de aumento das migrações por conta das mudanças climáticas. A estimativa é de que até o ano de 2050, 200 milhões de pessoas possam ter que deixar seus lares por conta da degradação do meio ambiente.
O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2009 – lançado em Brasília e em outras 120 cidades no mundo simultaneamente – pede ainda que os governos se planejem com antecedência na tentativa de reduzir os riscos de desastres naturais.
Para o representante do Unfpa no Brasil, Harold Robinson, é urgente que a questão das mudanças climáticas seja vista sob um novo enfoque: o da relação entre clima, população e gênero. O ponto central, segundo ele, é que as mudanças climáticas não são apenas uma questão ambiental, mas um problema humano provocado pela atividade humana.
Robinson destacou evidências do aquecimento global provocado pelas emissões de gases de efeito estufa – os dez anos mais quentes foram registrados nos últimos 12 anos e os desastres naturais dobraram nas últimas duas décadas, com uma média de 400 ocorrências ao ano. “Há um impacto direto sobre o bem-estar da população mundial”, avaliou.
O representante da organização ressaltou que as mudanças climáticas são a ameaça que afeta a humanidade de forma mais desigual, uma vez que atingem quem menos contribuiu para a sua ocorrência – os mais pobres e os mais vulneráveis. Dados do relatório indicam que apenas 3% do total dos gases de efeito estufa lançados na atmosfera, por exemplo, são emitidos por essa parcela da população.
A coordenadora do Unfpa no Brasil, Taís Santos, lembrou que as mudanças climáticas são fato posto, já que estão em pleno andamento. “As pessoas são responsáveis, são afetadas e precisam se adaptar”, disse, referindo-se ao homem como o único agente capaz de interromper as alterações de clima.
Taís acredita que o que se pode fazer atualmente é adotar comportamentos proativos que considerem todas as dimensões do problema. Ela avaliou que os investimentos em tecnologias mais limpas ou mais verdes, por exemplo, podem contribuir, mas que o problema é bem mais complexo.
A poucos dias da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague (Dinamarca), a Unfpa cobrou uma negociação global sobre o clima baseada na igualdade e nos direitos humanos.
Paula Laboissière
Agência Brasil
O Relatório sobre a Situação da População Mundial 2009 – lançado em Brasília e em outras 120 cidades no mundo simultaneamente – pede ainda que os governos se planejem com antecedência na tentativa de reduzir os riscos de desastres naturais.
Para o representante do Unfpa no Brasil, Harold Robinson, é urgente que a questão das mudanças climáticas seja vista sob um novo enfoque: o da relação entre clima, população e gênero. O ponto central, segundo ele, é que as mudanças climáticas não são apenas uma questão ambiental, mas um problema humano provocado pela atividade humana.
Robinson destacou evidências do aquecimento global provocado pelas emissões de gases de efeito estufa – os dez anos mais quentes foram registrados nos últimos 12 anos e os desastres naturais dobraram nas últimas duas décadas, com uma média de 400 ocorrências ao ano. “Há um impacto direto sobre o bem-estar da população mundial”, avaliou.
O representante da organização ressaltou que as mudanças climáticas são a ameaça que afeta a humanidade de forma mais desigual, uma vez que atingem quem menos contribuiu para a sua ocorrência – os mais pobres e os mais vulneráveis. Dados do relatório indicam que apenas 3% do total dos gases de efeito estufa lançados na atmosfera, por exemplo, são emitidos por essa parcela da população.
A coordenadora do Unfpa no Brasil, Taís Santos, lembrou que as mudanças climáticas são fato posto, já que estão em pleno andamento. “As pessoas são responsáveis, são afetadas e precisam se adaptar”, disse, referindo-se ao homem como o único agente capaz de interromper as alterações de clima.
Taís acredita que o que se pode fazer atualmente é adotar comportamentos proativos que considerem todas as dimensões do problema. Ela avaliou que os investimentos em tecnologias mais limpas ou mais verdes, por exemplo, podem contribuir, mas que o problema é bem mais complexo.
A poucos dias da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Copenhague (Dinamarca), a Unfpa cobrou uma negociação global sobre o clima baseada na igualdade e nos direitos humanos.
Paula Laboissière
Agência Brasil
Cada brasileiro emite por ano 10 toneladas de gás carbônico, informa Inpe
Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).
A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.
Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.
“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.
O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.
A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.
Priscilla Mazenotti
Agência Brasil
“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).
A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.
Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.
“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.
O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.
A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.
Priscilla Mazenotti
Agência Brasil
Fundação Florestal recebe missão francesa para intercâmbio sobre gestão de Unidades de Conservação
Franceses estão em São Paulo para troca de experiências em gestão territorial e desenvolvimento sustentável de áreas protegidas. O intercâmbio inclui visitas de campo na Juréia e Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte - com destaque para o Parque Estadual de Ilhabela e o Parque Estadual da Ilha Anchieta
A Fundação Florestal (FF), órgão vinculado à secretaria estadual do Meio Ambiente (SMA), responsável pelas Unidades de Conservação (UCs), está realizando encontros com técnicos em gestão e desenvolvimento sustentável de áreas protegidas da região de Provence-Alpes-Cote d’Azur (PACA). Nas reuniões, que ocorrerão até o próximo sábado, os profissionais franceses estão conhecendo os trabalhos desenvolvidos pela FF na região da Juréia, no mosaico de UCs de Jacupiranga e nas áreas protegidas do Litoral Norte.
Sob a coordenação do diretor-executivo da Fundação Florestal, José Amaral Wagner Neto, o intercâmbio inclui visitas de campo na Juréia e Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte - com destaque para o Parque Estadual de Ilhabela e o Parque Estadual da Ilha Anchieta. As atividades foram organizadas para expor a experiência da FF em ecoturismo, elaboração e implantação de planos de manejo das UCs, funcionamento dos Conselhos Consultivos, entre outros temas.
O sistema de gestão de Unidades de Conservação por “mosaicos” - conjunto integrado de áreas protegidas, tanto de Proteção Integral como de Uso Sustentável, de uma região - é um dos principais interesses dos franceses da região de PACA, manifestados desde as primeiras conversas em 2007. Para os profissionais da Fundação Florestal, os integrantes da missão francesa estão apresentando seus conhecimentos e trabalhos na gestão territorial integrada e descentralizada de áreas protegidas, na valorização da identidade territorial, o que inclui a certificação e o desenvolvimento de marcas, e em turismo sustentável.
Em 2008, representantes da Fundação Florestal e da região de PACA realizaram as primeiras viagens planejadas no intercâmbio. A missão francesa que está no Brasil é composta por Nicolas Gerardin, representante do Parc National de Port Cros; Philippe Gondolo, representante do Service Espaces Naturels e Forets da Direção de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Agricultura da região de PACA; e Alexandre Noel, da Direção de Economia da região de PACA.
Dimas Marques
SMA
A Fundação Florestal (FF), órgão vinculado à secretaria estadual do Meio Ambiente (SMA), responsável pelas Unidades de Conservação (UCs), está realizando encontros com técnicos em gestão e desenvolvimento sustentável de áreas protegidas da região de Provence-Alpes-Cote d’Azur (PACA). Nas reuniões, que ocorrerão até o próximo sábado, os profissionais franceses estão conhecendo os trabalhos desenvolvidos pela FF na região da Juréia, no mosaico de UCs de Jacupiranga e nas áreas protegidas do Litoral Norte.
Sob a coordenação do diretor-executivo da Fundação Florestal, José Amaral Wagner Neto, o intercâmbio inclui visitas de campo na Juréia e Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte - com destaque para o Parque Estadual de Ilhabela e o Parque Estadual da Ilha Anchieta. As atividades foram organizadas para expor a experiência da FF em ecoturismo, elaboração e implantação de planos de manejo das UCs, funcionamento dos Conselhos Consultivos, entre outros temas.
O sistema de gestão de Unidades de Conservação por “mosaicos” - conjunto integrado de áreas protegidas, tanto de Proteção Integral como de Uso Sustentável, de uma região - é um dos principais interesses dos franceses da região de PACA, manifestados desde as primeiras conversas em 2007. Para os profissionais da Fundação Florestal, os integrantes da missão francesa estão apresentando seus conhecimentos e trabalhos na gestão territorial integrada e descentralizada de áreas protegidas, na valorização da identidade territorial, o que inclui a certificação e o desenvolvimento de marcas, e em turismo sustentável.
Em 2008, representantes da Fundação Florestal e da região de PACA realizaram as primeiras viagens planejadas no intercâmbio. A missão francesa que está no Brasil é composta por Nicolas Gerardin, representante do Parc National de Port Cros; Philippe Gondolo, representante do Service Espaces Naturels e Forets da Direção de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Agricultura da região de PACA; e Alexandre Noel, da Direção de Economia da região de PACA.
Dimas Marques
SMA
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Governo vai adiar decreto que regulamenta recuperação de reserva legal
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu hoje que o governo vai adiar a entrada em vigor do decreto que determina o registro e o compromisso de recuperação da reserva legal, que deveria começar a valer a partir de 11 de dezembro.
“[O prazo] Vai ser ampliado. Para quando ainda não está definido”, disse Minc. Perguntado sobre a nova data, o ministro evitou dar detalhes e disse que a decisão cabe exclusivamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Publicado originalmente em julho de 2008, o Decreto 6.514, que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais, já teve o prazo adiado uma vez, de janeiro para dezembro deste ano.
Além da prorrogação do decreto, Lula deve anunciar nos próximos dias outras mudanças na legislação ambiental, discutidas entre os ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Casa Civil.
O adiamento da aplicação de sanções a proprietários que desmataram mais que o permitido em suas propriedades atende reivindicação de ruralistas, que argumentavam que a regra poderia colocar milhões de produtores rurais na ilegalidade.
Apesar da derrota ambientalista com o adiamento do decreto, Minc disse que três "pesadelos da área ambiental" não correm risco de se tornar realidade. “São três pesadelos básicos: a anistia para quem desmatou ilegalmente, a tentativa de acabar com a reserva legal e a regionalização total das normas ambientais, como aconteceu em Santa Catarina. Isso não vai acontecer”, afirmou.
O ministro afirmou que não houve necessariamente um acordo entre ruralistas e ambientalistas sobre as medidas que o governo vai anunciar. “Vai haver uma posição de governo, que nunca é completamente [favorável] para para um lado ou para o outro”, ponderou. Apesar da falta de consenso, Minc garantiu que não haverá “relaxamento da legislação ambiental” com as mudanças. “Não vai ser um liberou geral”, comentou.
Luana Lourenço
Agência Brasil
“[O prazo] Vai ser ampliado. Para quando ainda não está definido”, disse Minc. Perguntado sobre a nova data, o ministro evitou dar detalhes e disse que a decisão cabe exclusivamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Publicado originalmente em julho de 2008, o Decreto 6.514, que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais, já teve o prazo adiado uma vez, de janeiro para dezembro deste ano.
Além da prorrogação do decreto, Lula deve anunciar nos próximos dias outras mudanças na legislação ambiental, discutidas entre os ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário e Casa Civil.
O adiamento da aplicação de sanções a proprietários que desmataram mais que o permitido em suas propriedades atende reivindicação de ruralistas, que argumentavam que a regra poderia colocar milhões de produtores rurais na ilegalidade.
Apesar da derrota ambientalista com o adiamento do decreto, Minc disse que três "pesadelos da área ambiental" não correm risco de se tornar realidade. “São três pesadelos básicos: a anistia para quem desmatou ilegalmente, a tentativa de acabar com a reserva legal e a regionalização total das normas ambientais, como aconteceu em Santa Catarina. Isso não vai acontecer”, afirmou.
O ministro afirmou que não houve necessariamente um acordo entre ruralistas e ambientalistas sobre as medidas que o governo vai anunciar. “Vai haver uma posição de governo, que nunca é completamente [favorável] para para um lado ou para o outro”, ponderou. Apesar da falta de consenso, Minc garantiu que não haverá “relaxamento da legislação ambiental” com as mudanças. “Não vai ser um liberou geral”, comentou.
Luana Lourenço
Agência Brasil
O BLOG ECOLOGIA EM DESTAQUE APOIA CAMPANHA " Por um Brasil sem animais em circos"
Entretanto, o PL ainda tem um longo caminho dentro do Congresso Nacional até sua aprovação final, e chegou a hora de unirmos forças novamente.
Por um Brasil sem animais em circos
Uma oportunidade única: a proibição federal do uso de animais em circos.
Há uma grande probabilidade do projeto de lei pela proibição federal do uso de animais em circos ser votado esta semana na CCJC, pois já consta na pauta de votação do dia 17/11 dessa comissão.
Você pode ajudar! Pressione os parlamentares a votar a favor do PL 7291/2006 (na forma do seu substitutivo), ou seja, pela proibição do uso de animais em circos no Brasil.
Envie emails para o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), o deputado Tadeu Filippelli (PMDB/DF) – dep.tadeufilippelli@camara.gov.br – e para os titulares e suplentes da CCJC:
Acesse aqui os emails dos deputados federais titulares e suplentes da CCJC. >>
Caso deseje, utilize o modelo de carta da WSPA. (copie e cole em seu email)
Escreva para os deputados federais do seu estado e mostre a eles que os brasileiros desaprovam maus-tratos contra animais. Em todo o mundo diversos países já proibiram o uso de animais em circos, confirmando a tendência internacional de promover o circo sem animais. No Brasil, a atividade é proibida em 06 estados e em mais de 50 cidades. Vamos lutar agora por uma lei federal que acabe com animais em circos, estamos muito perto de consegui-la!
E por que acabar com a utilização de animais pelos circos?
Só por meio da violência pode-se fazer com que um animal selvagem execute comportamentos que vão contra a sua própria natureza, como pular um arco de fogo, dançar ou andar de bicicleta. No circo, os animais passam por treinamentos que envolvem choques elétricos, chicotadas, chapas quentes e outros meios violentos de adestramento.
Os animais vivem, ainda, permanentemente presos a correntes ou confinados em pequenos espaços, e em constante transporte. Ficam em condições de higiene impróprias, são usualmente mal alimentados e não recebem assistência veterinária adequada. Além disso, oferecem grande risco ao público, como mostram os acidentes frequentemente denunciados pela mídia.
Pela tradição e a arte do circo, porém sem animais
A exploração da dor do animal como forma de diversão é incompatível com os princípios da educação ambiental e com os valores sociais exigidos pelo nosso tempo.
A WSPA é a favor da tradição circense no Brasil e o proposto é que essa importante manifestação cultural evolua em nosso país. A WSPA apoia os artistas que dedicam suas vidas a surpreender e entreter a população, sem animais.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
RECORDES DA NATUREZA...
A maior cordilheira:
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.
A maior ilha:
Groenlândia, com 2.175.600 km2.
A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.
A principal queda d'água:
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.
O lago mais alto:
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.
O lago mais profundo:
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.
O maior golfo:
Golfo do México, com 1.502.200 km2.
O maior lago:
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.
O maior rio em extensão:
Amazonas, com 7.025 quilômetros.
O maior vulcão:
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.
O oceano mais profundo:
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.
O ponto mais alto:
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.
O ponto mais baixo:
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.
O ponto mais chuvoso:
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.
O ponto mais frio:
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).
O ponto mais quente:
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).
O ponto mais seco:
Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.
Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.
A maior ilha:
Groenlândia, com 2.175.600 km2.
A montanha mais alta
Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.
A principal queda d'água:
Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.
O lago mais alto:
O mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.
O lago mais profundo:
Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.
O maior golfo:
Golfo do México, com 1.502.200 km2.
O maior lago:
Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.
O maior rio em extensão:
Amazonas, com 7.025 quilômetros.
O maior vulcão:
Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.
O oceano mais profundo:
Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.
O ponto mais alto:
Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.
O ponto mais baixo:
Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.
O ponto mais chuvoso:
Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.
O ponto mais frio:
Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).
O ponto mais quente:
El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).
O ponto mais seco:
Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.
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